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Paranaenses na torcida pela vacina desenvolvida pela UFPR. Resultados da segunda imunização em camundongos feita com a vacina contra a Covid-19 da UFPR apontaram títulos de anticorpos comparáveis e até superiores aos reportados pela vacina ChAdOx1 nCoV-19, da parceria AstraZeneca/Oxford, em estudos na fase pré-clínica realizados em camundongos

Segundo material do setor de comunicação da UFPR, o título é uma medida da quantidade de anticorpos no soro sanguíneo que é obtida a partir de uma série de diluições crescentes do soro. É realizada para se observar a diferença entre a amostra imunizada e a controle, que recebe apenas as partículas sem a proteína do vírus. “Nós diluímos o soro 16 mil vezes e ainda podemos observar muitos anticorpos nessa diluição. Isso quer dizer que provavelmente teremos que diluir ainda mais para encontrar o ponto final, unidade em que normalmente os resultados são expressos”, revela Marcelo Müller dos Santos, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFPR e um dos responsáveis pelo estudo.

A vacina é feita a partir de nanoesferas de polímero, biocompatível e biodegradável, recobertas com partes específicas da proteína Spike. Foto: Marcos Solivan

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