Na sessão desta quarta-feira (06/04/22), vereadores pediram que o Conselho de Ética puna Renato Freitas no episódio da Igreja do Rosário. Eles afirmaram que as falas eram uma alusão à passagem de 60 dias do episódio.
Segundo informações do site da RICMAIS, o Pastor Marciano Alves caracterizou o caso como um exemplo de “cristofobia”. Já Ezequias Barros disse que o pedido de desculpas de Freitas “não foi sincero” e destacou que ele deveria ser punido por suas “incoerências”. Osias Moraes reiterou as críticas e disse que mostraria como o padre foi coagido na ocasião e que a missa foi abreviada em 20 minutos devido à manifestação.
Renato Freitas ingressou na discussão criticando a “política de fabricação de mentiras em nível industrial” e destacando a presença de pastores evangélicos no escândalo recente do MEC, com a suspeita de tráfico de influência para liberação de recursos do FNDE. Freitas ainda colocou em dúvida a sinceridade do apoio da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) à Igreja Católica, ao relembrar uma cena, de 1995, quando um membro da congregação chutou a estátua de uma santa dentro do templo.
Depois de muito bate-boca a sessão foi encerrada.


