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O indicativo é da conclusão do Atlas da Violência. Podem ter sido vítimas de agressões, assassinatos, acidentes ou suicídios, mas entram nas estatísticas como indefinidos e provavelmente puxam os registros de homicídios do país para baixo.
A informação é de uma reportagem assinada pelo jornalista Júlia Barbon para a Folha de São Paulo. Segundo a matéria, os dados do Atlas da Violência 2021, que foi lançado nesta terça (31/08/21). O estudo calculou que os óbitos classificados como “morte violenta por causa indeterminada” (MVCI) sofreram um salto de 12.310 para 16.648 entre os anos de 2018 e 2019, um aumento de 35%.
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