Os caras fazem conversações às escuras, às escondidas. É uma briga ferrenha, imperdoável. É a escolha para o comando da Câmara Federal.
As traições já estão acontecendo. O parlamentar que, publicamente apoia este, se reúne com aquele, bem sorrateiramente. Vai pagar quanto?
Com uma eleição acirrada, os dois principais candidatos à presidência da Câmara dos Deputados têm adotado método pouco usual para garantir margem segura de vantagem na disputa.
É o que informa os jornalistas Gustavo Uribe e Julia Chaib.
Na reportagem, que eles assinam para a Folha de São Paulo, em uma corrida marcada por ameaças de defecções, tanto Arthur Lira (PP) como Baleia Rossi (MDB) têm recebido ligações sigilosas e participado de encontros reservados com deputados filiados a partidos do bloco adversário.
A matéria dá conta que muitas reuniões não são incluídas nas agendas oficiais dos candidatos, pedido que é feito pelos deputados infiéis.
É o modus operandi dos representantes do povo na Câmara Federal.
Como se sabe, a votação é secreta.
Por conta disso, não deixamos de falar. Quem vai ganhar a bagaça é aquele que for menos traído.
NÃO TEM CONDIÇÕES.
FOTOS/ARQUIVOS AGÊNCIA CÂMARA.


