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O caixa insuficiente para pagar dívidas de curto prazo e a falta de garantias de que conseguirá prorrogar ou refinanciar compromissos trouxe incerteza sobre a continuidade do Grupo Madero.

Segundo matéria da Folha de São Paulo, desde o ano passado a empresa vem estudando abrir capital na Bolsa de Valores brasileira ou em Nova York.
Em nota, a rapaziada do Madero disse:
“A liquidez disponível mais o caixa adicional esperado, gerado pelas operações, não será suficiente para pagar o total das obrigações de dívida de curto prazo antes ou na data de vencimento sem financiamento adicional”.


