Segundo a reportagem, dos 14 que responderam, nove se disseram favoráveis à imunização obrigatória da população. Três foram contrários: João Guilherme (Novo), Marisa Lobo (Avante) e Zé Boni (PTC). E dois deram respostas inconclusivas: Christiane Yared (PL) e Eloy Casagrande (Rede). Outros dois não responderam: o prefeito e candidato à reeleição, Rafael Greca (DEM), e Diogo Furtado (PCO).
Christiane Yared afirma que seguirá as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde. “Não é decisão da Prefeitura se obriga ou não. Nossa obrigação será preparar e organizar toda a estrutura municipal de Saúde para a vacinação, treinar e capacitar nossos profissionais para manusearem a vacina e, ainda, poder preparar uma campanha nos canais da prefeitura, como já é feito com todo o calendário de vacinação”, alegou.
Posição parecida tem o candidato da Rede, Eloy Casagrande. “Creio que a questão de discutir a obrigatoriedade acho que não é nem o caso porque as pessoas estão ávidas por serem imunizadas para poder ter uma vida normal. Acho que não vai faltar, digamos, candidatos à vacina. As pessoas vão procurar a vacina”, alega. “Caso se tenha algum tipo de baixa procura existem mecanismos na legislação em relação à saúde coletiva que pode torná-la obrigatória. Mas no primeiro momento não vejo essa necessidade”, diz Casagrande.
- Camila Lanes (PC do B)
- Carol Arns (Pode)
- Christiane Yared (PL)
- e Diogo Furtado (PCO)
- Eloy Casagrande (Rede)
- Fernando Francischini (PSL)
- Goura (PDT)
- João Arruda (MDB)
- João Guilherme (Novo)
- Letícia Lanz (Psol)
- Marisa Lobo (Avante) e Zé Boni (PTC)
- Paulo Opuszka (PT)
- Professor Mocellin (Rede) e Professora Samara (PSTU)
- Rafael Greca (DEM)
- VACINA


