Segundo reportagem da jornalista Ana Lucia Azevedo, desde a emergência do coronavírus, nunca o aparecimento de novas mutações e linhagens preocupou tanto cientistas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades de saúde quanto agora. Em pouco mais de um mês, foram identificadas mais alterações genéticas potencialmente perigosas no Sars-CoV-2 do que em todo o período precedente da pandemia.
A matéria que é veiculada no GLOBO dá conta também que o coronavírus muda e se adapta à medida que mais pessoas se expõem a ele, renovando e impondo um ciclo vicioso à pandemia. Em tese, mutações como a E484K, que circula no Brasil, e a britânica N501Y podem tornar o vírus mais transmissível, levar a reinfecções e ainda prejudicar a eficácia das vacinas. Tudo isso precisa ser ainda investigado, mas não pode ser descartado.


