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Depois que a médica esteve em Brasília, deve estar pensando com seus botões. Com essa fórmula de administrar, não tem quem possa dar socorro à saúde. A profissional, extremamente valorosa, aplaudida pelo mundo científico, chegou a ser ameaçada de morte, tentaram invadir o hotel onde se hospedava para agredi-la, sabe-se lá como. Dra. Ludhmila deve ter notado que o país não elegeu um presidente e sim um problema. Acreditem, Bolsonaro, nas primeiras conversas com a médica, soltou essa: “Você não vai fazer lockdown no nordeste para me foder e depois eu perder a eleição, né?” Estamos sem comandante, estamos sem presidente.
Sugerimos o material produzido pelo PODER360, sobre o encontro do presidente com a médica.


