Luís Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, afirmou à Polícia Federal que não tem cópia de segurança das mensagens cujo teor, sustenta ele, mostra pressão recebida por dirigentes da pasta pela compra da vacina indiana Covaxin.
Segundo informações da matéria do jornalista Marcelo Rocha, da Folha de São Paulo, Miranda foi ouvido no inquérito da PF que apura irregularidades no processo de aquisição do imunizante, Ricardo disse que trocou o celular e não providenciou backup. Ele reforçou na PF o relato feito no mês passado à CPI da Covid, segundo o qual durante o processo de compra ele recebeu diversas mensagens e ligações de seus superiores.
Mensagens foram salvas
A falação do dep. Miranda, irmão do funcionário do Ministério da Saúde:
“Apesar de meu irmão não ter o aparelho antigo, mas todas conversas ele printou, ele encaminhou para mim. Provas existem. E eu quero colaborar. Vou entregar tudo que for necessário para contribuir com a investigação”.


