Morreu neste domingo, aos 69 anos, o jornalista carioca Artur Xexéo, uma das referências da imprensa cultural brasileira. A causa da morte foi uma parada cardiorrespiratória ocorrida em meio ao tratamento de um linfoma descoberto há duas semanas.
Direto da Wikipedia
Formado em Comunicação pela Facha — depois de ter largado no terceiro ano o curso de Engenharia da PUC-RJ iniciou a carreira jornalística em meados de 1975, como estagiário da editoria de Geral no Jornal do Brasil (RJ). Trabalhou nas revistas Veja São Paulo e Isto É (SP).Voltou ao JB em 1985, como subeditor de Cultura. Passou a editor da revista Domingo, depois do Caderno B, mais adiante, de Cidade. Chegou à Subsecretaria de Redação, acumulando a atividade com a função de colunista. Manteve uma coluna no jornal O Globo (RJ), onde, por muito tempo, exerceu a função de editor do Segundo Caderno.Segundo Xexéo a notícia mais difícil que já deu na vida foi a morte de Elis Regina de quem era fã. Escreveu, também, um blog no site do jornal – o Blog do Xexéo. Foi comentarista da rádio CBN (RJ) e do Estúdio i, do canal GloboNews (RJ). Em junho de 2021, descobriu um linfoma em estagio avançado, vindo a falecer no dia 27 de junho de 2021, aos 69 anos de idade.[2]
Livros publicados
- Janete Clair – A usineira dos sonhos (Relume Dumará, 1996)
- Liberdade de Expressão (Futura, 2003), com Carlos Heitor Cony e Heródoto Barbeiro
- O torcedor acidental (Rocco, 2010)
- Hebe: A Biografia (Best Seller, 2017)
Dramaturgia
No teatro, traduziu o espetáculo musical “Xanadu”, dirigido por Miguel Falabella; escreveu “A Garota do Biquíni Vermelho”, dirigido por Marilia Pera; e “Nós sempre teremos Paris”, com Françoise Forton e Tadeu Aguiar dirigido por Jaqueline Laurance. Em 2016, traduziu o espetáculo “Love Story, o musical”, dirigido por Tadeu Aguiar e escreveu o musical “Cartola – o mundo é um moinho”. Minha Vida Daria Um Bolero musical escrito por Xexéo em 2018. Já em 2019 fez a adaptação do musical “A cor purpura” de Alice Walker com direção de Tadeu Aguiar.



