O caso do Iapar com Londrina vai além da situação econômica e afins. É amor doentio, coisa glamourosa.
A cidade toda, as entidades de classe, os intelectuais, universitários, a sociedade londrinense como um todo, todos têm orgulho do Iapar, do seu valor, das suas conquistas. É parecido com um casamento centenário, qual não se acaba.
Coisa de amor permanente, enraizado como árvore que jamais morrerá.
Por tudo isso, sugerimos. A modernidade se faz necessária, o enxugamento é relevante, mas que nessa fusão, proposta pela nova administração, não se acabe jamais com a denominação “IAPAR” e que, nessa união de órgãos, prevaleça a denominação de Instituto Agronômico do Paraná e que seu gerenciamento e localização continuem contemplando Londrina.
Esta medida não deve modificar sua proposta e tampouco estrangular essa vida de amor e paixão entre o Iapar e Londrina.
(Foto/Ilustrativa)


