Procurador da Lava Jato, que foi demitido, poderá ser salvo por conta das alterações na Lei de Improbidade

A pena de demissão, imposta pelo Conselho do Ministério Público ao procurador da República Diogo Castor de Mattos, pode não ter eficácia. A avaliação é do procurador Hélio Telho, do Ministério Público Federal de Goiás. Para ele, a sanção máxima contra Diogo Castor, que fez parte da extinta força tarefa da operação Lava Jato no Paraná, pode esbarrar na nova lei de improbidade aprovada pelo Congresso.

A falação de Hélio Telho:

“Veja a ironia do destino. Essa pena foi aplicada porque o CNMP entendeu que houve improbidade. Porém, com a nova lei de improbidade aprovada pelo Congresso e em vias de ser sancionada pelo presidente da República, esse fato deixará de ser improbidade e a pena não será executada”, escreveu Telho em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira, 18, pouco depois de o Conselho Nacional do Ministério Público, por 6 votos 5, decretar a queda de Castor.

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