A pena de demissão, imposta pelo Conselho do Ministério Público ao procurador da República Diogo Castor de Mattos, pode não ter eficácia. A avaliação é do procurador Hélio Telho, do Ministério Público Federal de Goiás. Para ele, a sanção máxima contra Diogo Castor, que fez parte da extinta força tarefa da operação Lava Jato no Paraná, pode esbarrar na nova lei de improbidade aprovada pelo Congresso.
A falação de Hélio Telho:
“Veja a ironia do destino. Essa pena foi aplicada porque o CNMP entendeu que houve improbidade. Porém, com a nova lei de improbidade aprovada pelo Congresso e em vias de ser sancionada pelo presidente da República, esse fato deixará de ser improbidade e a pena não será executada”, escreveu Telho em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira, 18, pouco depois de o Conselho Nacional do Ministério Público, por 6 votos 5, decretar a queda de Castor.

- # Eleições 2022
- #PM/PR
- #PSTU
- ADEMAR TRAIANO
- ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO PARANÁ
- ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO PARANÁ
- BOLSONARO
- CARLOS MASSA RATINHO JUNIOR
- CNMP
- Conselho Nacional do Ministério Público
- DEM
- Diogo Castor de Mattos
- GOVERNO BOLSONARO
- GOVERNO DO PARANÁ
- HÉLIO TELHO
- LAVA JATO
- MDB
- MP - PR
- NOVO
- PCdoB
- PCPR
- PDT
- PL
- PMB
- PMN
- PODE
- PP
- PROS
- PRTB
- PSB
- PSC
- PSD
- PSDB
- PSL
- PSOL
- PT
- PTB
- PV
- REDE
- TC/PR
- TJ/PR
- UNIÃO BRASIL


