As “coisinhas” do famigerado Orçamento Secreto

É muito “fuá” na administração pública. Dizem que o senador Márcio Bittar, relator do Orçamento de 2021, do mais novo partido político que prega a moral e os bons constumes, União Brasil,  que inclusive, tem em seus quadros a grande honestidade do país e louquinho poara ser presidente, o ex-isso e aquilo, Sergio Moro. Pois, pois, o senador relator foi responsável por indicar R$ 203,7 milhões a prefeituras de seu interesse.

É torcida brasileira, a informação é do Globo e diz que o montante veio de um repasse de R$ 588 milhões do orçamento secreto administrado pelo Ministério da Defesa. Bittar está entre os 11 senadores mais beneficiados pelo dispositivo de emendas parlamentares, utilizado para contemplar aliados do governo em troca de apoio no Congresso.

O montante foi liberado em outubro de 2021. O que não se sabia até hoje é que a pasta militar também utilizou esse mecanismo político sem transparência e critério. A informação só veio à tona recentemente graças a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que obrigou a divulgação desses dados.

 

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