Na verdade, o presidente continua trabalhando para sossegar o mercado, depois do esparrame feito pelo ministro da Economia, quando pediu licença para “furar o teto”. Neste domingo (24/10/21), tanto Bolsonaro como Paulo Guedes, demonstrando preocupação, não só com as coisas econômicas, mas com os olhos em 2022, destribuíram simpatia e muito “conversê”. Temos o vídeo da falação.
Entre isso e aquilo, Bolsonaro disse:
“O Brasil foi um dos países que menos caiu. A gente deve ao Paulo Guedes, à sua competência e à sua liberdade para trabalhar”.
“Alguns querem que a gente interfira no preço. A gente não vai interferir no preço de nada. Isso já foi feito no passado e não deu certo”.
“Prevendo isso [aumento dos preços], se antevendo a isso, nós discutimos bastante um auxílio ao caminhoneiro. Sabemos que é pouco, R$ 400 por mês, é pouco, mas estamos fazendo isso no limite da responsabilidade fiscal”.
Paulo Guedes:
“Eu acredito [na aprovação da reforma administrativa]. O presidente da Câmara, Arthur Lira, está comprometido com isso, aprovou o Imposto de Renda, que daria um reforço ao Bolsa Família. Ele está comprometido. O presidente da República também sempre apoiou as reformas. Ele é um político popular, mas ele também está deixando a economia ser reformista. Ele não é um populista. Ele fica num difícil equilíbrio”.
“Vou continuar a defender o teto, as privatizações. Agora, o presidente precisa tomar as decisões políticas muito difíceis. Se ele respeita o teto, ele deixa 17 milhões de famílias passando fome”.
“O presidente do Senado se lança agora à presidência da República. Se ele não avançar com as reformas, como é que vai defender a própria candidatura dele? Ele precisa avançar com as reformas, precisa nos ajudar a fazer as reformas. Ele não pode fazer militância também, e eu tenho certeza que ele não vai fazer”.
“Então se ele quiser se viabilizar politicamente como uma alternativa séria, ele precisa ajudar o nosso governo a avançar com as reformas”.
“O presidente sempre apoiou as reformas. É um político popular, mas está deixando a economia ser reformista. Ele não é populista. Tem muito populista aí, inclusive candidato à Presidência, falando em R$ 600, R$ 700, R$ 800.”
“Eles (OPOSIÇÃO) quebraram o Brasil e não taxaram os super-ricos. Quebraram o Brasil e não fizeram nada sobre essa roubalheira”.
Vejam o vídeo:
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