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Contas públicas correm riscos

“No geral, todo mundo está batendo na tecla de que a eleição já começou. O viés mais negativo para o fiscal e o aumento da incerteza está se refletindo no crescimento do ano que vem sem necessariamente uma contrapartida da inflação. Ou seja, o mercado já prevê um crescimento menor da economia, em um cenário de inflação ainda alta e taxas de juros maiores.”

As falações são de uma reunião, realizada nesta quarta-feira (18/08/21), entre diretores do Banco Central e analistas de instituições financeiras, que deixaram clara a preocupação que está na mente do mercado: a economia entrou no “modo eleição”, e isso significa um risco enorme para as contas públicas, em um momento de projeções piorando tanto para a inflação quanto para os juros e o PIB em 2022. 

As informações estão na chamada de capa do Estadão.

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