O depoimento do empresário e advogado Marcos Tolentino, apontado como sócio oculto do FIB Bank, que concedeu a garantia apresentada pela Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde no contrato de fornecimento de 20 milhões de doses da vacina Covaxin, na mira da comissão. A oitiva foi remarcada após ele ter faltado na primeira data alegando problemas de saúde.
As informações são da jornalista Julia Lindner.
Segundo reportagem que ela assina no GLOBO, o Fib Bank não tem autorização do Banco Central para oferecer esse tipo de fiança — o que viola decisões do Tribunal de Contas da União (TCU).
A matéria dá conta ainda que, embora não seja formalmente sócio do FIB Bank, Tolentino é citado em ações judiciais como “sócio oculto” da empresa, como antecipou a “Folha”, e também consta como procurador e representante legal de uma empresa sócia do FIB Bank, a Pico do Juazeiro.


