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O prefeito Rafael Greca filiou-de, junto com a primeira-dama, Margarita Sansonse, ao partido que mais cresce no Paraná. O evento, neste sábado, foi marcante e lotou as dependências da Sociedade Thalia. Líderes, como o governador Ratinho Júnior, o ex-ministro Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, deputados de vários partidos, prefeitos e vereadores prestigiaram o prefeito.
Detalhes
1) Falou-se em política o tempo todo. O governador se expôs para a enorme plateia como candidato à reeleição, mas sobre a eleição presidencial, nem um pio. Havia ali bolsonaristas fanáticos que silenciaram.
2) Rafael Greca fez um discurso magistral. Lembrou, nas entrelinhas, os pronunciamentos do professor, escritor e ex-ministro da Educação, Darcy Ribeiro. Emocionou o governador e fez muitos na plateia irem às lágrimas.
Como Darcy Ribeiro falava dos Cieps, da educação e do governo para todos, Greca listou de suas realizações e a importância da parceria como governador. O discurso foi uma aula de como os políticos devem falar para grandes plateias.
3) Durante a fala de Greca, uma gafe. Chamou de vice Eduardo Pimentel, de Ratinho Júnior. Ajudou a descontrair o público.
4) O governador fez o melhor discurso da sua carreira política. Deixou o “pieguismo” de lado. Não repetiu aquela velha história de que já foi pobre, de que trabalhou desde muito jovem. Foi político. Elevou Greca às alturas. “Pelas suas realizações, não é um nome local, estadual, mas sim nacional”.
5) Pela troca de afetos em público, percebe-se que a parceria Ratinho Jr – Rafael Greca já está muito além da questão administrativa. Invadiu o campo político. Dúvida entre os presentes: seria Greca o vice ideal para a reeleição do Ratinho Jr.?
6) Charme e elegância. Foi assim que a primeira-dama de Curitiba, Margarita Sansonse, apresentou-se ao público. Simpática, jovial e muito elegante, ela foi uma atração à parte. Talvez inspirado na energia positiva da mulher, Greca fez do verbo um discurso histórico.
7) Na eleição nacional, o PSD já está praticamente fechado com Lula. Embora Kassab libere nos estados a coligação com partidos e candidatos bolsonaristas.
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