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Reportagem assinada pelo jornalista Rodolfo Luis Kowalski, especialmente para o portal Bem Paraná, dá conta que o preço do feijão não cabe no poema. O preço do arroz, idem. E está cada vez mais difícil também conseguir fazer com que o preço dos alimentos caiba no bolso do cidadão. É que desde que a pandemia do novo coronavírus passou a afetar o mundo, em março de 2020, o preço de alguns alimentos básicos chegaram a mais que dobrar nos mercados de Curitiba, que foi a capital brasileira com maior aumento no preço da cesta básica em 2021.
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