Na complexa tarefa de manter a Amazônia em pé, tão importante quanto ter um plano de combate a incêndios florestais é ampliar a transparência de dados ambientais. Quem sustenta essa tese é o Banco Mundial, que colocou entre os pilares de um contrato de contrato de empréstimo concedido ao Mato Grosso, em 2019, a obrigatoriedade de haver acesso público a informações do Cadastro Ambiental Rural – sistema que revela ao cidadão se uma propriedade está cumprindo o Código Florestal ao mostrar as porções da terra dedicadas à produção e à preservação ambiental.
A transparência também vem sendo foco de cobranças cada vez maiores de investidores interessados em garantir que seus negócios não estimulam o desmatamento. Por isso, se tornou uma das promessas do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, criado por governadores da Amazônia para atrair recursos financeiros e ocupar o vácuo deixado pelo governo federal na área ambiental.
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