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Ele morreu em Rondonópolis, Mato Grosso, quando uma caminhonete que usava capotou. Ele ficou preso nas ferragens. Abi fugiu para o Líbano depois que sua prisão preventiva foi determinada pela justiça do Paraná, por conta do seu possível envolvimento na Operação Quadro Negro, aquela bronca das escolas, em que uma construtura recebia o serviço sem entregar as obras. A prisão foi suspensa pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, o que deixou Luiz Abi mais à vontade para voltar para as terras brasileiras.


