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Por conta dos preços dos combustíveis, o presidente Bolsonaro ensaia baixar um decreto de calamidade pública, faltando quatro meses para o pleito eleitoral. O governo quer, “na real”, com a vigência da calamidade, ter mais segurança para abrir créditos extraordinários — que permitem uso de recursos fora dos tetos de gastos.
O objetivo seria custear medidas para subsidiar os preços ou pagar auxílios a caminhoneiros, entregadores e motoristas de aplicativo.
O assunto é destaque no site da Folha de São Paulo.


