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A informação é da jornalista Josiann Ritz.
Conforme reportagem que ela assina para o BEM PARANÁ, a denúncia, feita pela Associação de Escolas Particulares de Educação Infantil (Assepei), segundo a assessoria do MPPR, virou notícia de fato para apuração dos fatos.
As creches irregulares são geralmente gerenciadas por uma ou duas pessoas, muitas mães, professoras e até psicólogas, que se propõem a cuidar das crianças. Os anúncios são feitos nas redes sociais, principalmente em grupos voltados para mães de Curitiba. A denúncia da Assepei ressalta que tais serviços não oferecem acompanhamento pedagógico e segurança, atestada por órgãos oficiais como Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros.


