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O recém-nomeado ministro da Educação, Carlos Decotelli, perdeu a moral para auxiliares presidenciais.
A situação do ministro ficou praticamente insustentável.
Em nota divulgada, a Fundação Getúlio Vargas negou que o economista tenha sido professor ou pesquisador da instituição. A informação constava em seu currículo, inclusive no texto divulgado pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) quando assumiu a presidência do fundo em fevereiro do ano passado.
A nova controvérsia irritou o presidente Jair Bolsonaro, segundo assessores.
O presidente já pediu ajuda aos seus pastores seguidores para orarem pelo pedido de demissão do ministro.
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