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A informação é do jornalista Roger Pereira.
Segundo matéria que ele assina para a Gazeta do Povo, o Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Estado contesta a decisão do IBAMA, apontando que houve um fracionamento irregular sobre as áreas desmatadas no estudo de impacto ambiental do projeto.
Pelo jeitão da coisa, tudo pode judicializado.


