São “coisinhas” marcantes da Operação Quadro negro.
O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), a ex-primeira-dama Fernanda Richa, e mais cinco pessoas se tornaram réus em uma denúncia por obstrução de justiça e organização criminosa ligada à Operação Quadro Negro, que apura o desvio de dinheiro destinado a obras em escolas no segundo mandato do tucano, entre 2011 e 2014, informa a jornalista Catarina Scortecci.
Segundo ela, que assina reportagem veiculada no site da Gazeta do Povo, o juiz Fernando Bardelli Silva Fischer, da 9ª Vara Criminal de Curitiba, onde tramitam todos os processos da Operação Quadro Negro, acatou denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR) no último dia 13. Esta é a sexta vez que Beto Richa se torna réu.
A jornalista informa também que, além do casal Richa, também responderão pelo crime de obstrução de justiça e organização criminosa outras cinco pessoas: o empresário Jorge Atherino (amigo próximo de Beto Richa), o ex-procurador-geral do estado Sérgio Botto de Lacerda, o ex-diretor da Secretaria da Educação Maurício Fanini, e outros dois nomes ligados ao empresário Atherino, João Gilberto Cominese Freire e Rafael de Sarandy Wawryniuk.


