Segundo informações do site Congresso em Foco, Bolsonaro não especificou quando retirou os arquivos da portaria. Se antes ou após o depoimento do porteiro, que disse ter liberado a entrada de um dos suspeitos de matar a ex-vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, após autorização dada pelo morador da casa 28, identificado por ele como o “senhor Jair”.
“Agora, eu estava em Brasília, está comprovado. Várias passagens minhas pelo painel eletrônico da Câmara, com registro de presença, na quarta-feira geralmente parlamentar está aqui. Eu estava aqui, não estava lá, e outra, nós pegamos antes que fosse adulterado, pegamos lá toda a memória da secretária eletrônica, que é guardada há mais de anos, a voz não é minha. Não é o seu Jair. Agora, que eu desconfio, que o porteiro leu sem assinar ou induziram ele a assinar aquilo. Induziram entre aspas, né? Induziram a assinar aquilo”, declarou a jornalistas durante visita a uma concessionária na capital federal, onde comprou uma motocicleta.


