A revelação do esquema de candidaturas femininas de fachada, simplesmente para que partidos atingissem o percentual mínimo de candidatas, trouxe de volta ao Congresso a discussão sobre a cota de vagas para mulheres nas eleições. No primeiro mês de trabalho do Legislativo foram apresentados dois projetos que levam em consideração o desvio de recursos a partir de candidaturas de laranjas, informa reportagem dos jornalistas Daniel Carvalho e Angela Boldrini.
Segundo eles, em reportagem veiculada no jornal impresso da Folha de São Paulo, o primeiro acaba com o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o chamado fundo eleitoral. O outro, da semana passada, extingue o percentual mínimo de candidatas. Se aprovados até outubro, podem já valer para as eleições municipais de 2020.


