Ela é uma doença sem cura e pode trazer diversos riscos de saúde, como maior probabilidade de acidente vascular cerebral (AVC), ataque cardíaco, aneurisma e insuficiência renal e cardíaca, segundo o Ministério da Saúde.
Hoje, a forma de tratamento é medicamentosa, acompanhado de visitas periódicas ao cardiologista. Mas isso pode mudar. É que pesquisadores americanos acreditam ter desenvolvido uma alternativa de tratamento que pode reduzir as idas ao médico ao mesmo tempo em que melhora o controle da hipertensão.
O estudo afirma que é possível alcançar esse resultado através de um programa de saúde domiciliar que forneceria ao paciente maneiras de controlar a doença por meio de um dispositivo que, além de aferir a pressão, transmite automaticamente as informações para um registro médico eletrônico que pode ser acessado pelo profissional de saúde e pelo paciente. Desta forma, o indivíduo só precisaria recorrer ao médico no caso de o tratamento não estar funcionando.
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