Raquel Dodge apresentou ao STF, agravo regimental pedindo o restabelecimento da prisão preventiva do empresário Jorge Theodócio Atherino, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na operação Piloto, 53ª fase da Lava Jato.
Ele é apontado pelo MPF como operador financeiro do esquema de recebimento de propina pelo grupo político do ex-governador Beto Richa (PSDB) em troca do favorecimento da Odebrecht nas licitações das obras de duplicação da rodovia PR-323, informa o portal do jornal Bem Paraná.
O Bem Paraná informa ainda que, Atherino foi preso em 11 de setembro do ano passado e teve vários pedidos negados para responder ao processo em liberdade, pela 23ª Vara Federal do Paraná, onde tramita o caso, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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