Em sinal enfático à “República de Curitiba”, Câmara e Supremo responderam pela institucionalidade da decisão da juíza Carolina Lebbos em transferir Lula para Tremembé (SP). A ordem dela foi lida no STF como parte de uma tática da Lava Jato para ofuscar o vazamento de mensagens entre procuradores e Sergio Moro. Antes de levar o recurso do petista ao plenário, Dias Toffoli, presidente da Corte, avisou que sustaria a transferência com uma liminar. Foi então informado que os colegas o acompanhariam, informou a jornalista Daniel Lima, Painel, Folha de São Paulo.
Na verdade, Sergio Moro não está com essa “bola toda” no próprio Palácio do Planalto.
No STF, a decisão de Lebbos ampliou ainda mais a antipatia de uma ala da Corte com o ministro. Em conversas reservadas, integrantes do Supremo atribuíram à influência dele o pedido de transferência feito pela PF e a resposta da juíza.


