Beto Richa está com mais um processo para responder. O Ministério Público do Paraná denunciou Betinho por atos de improbidade administrativa relacionados às obras da PR-323, entre os municípios de Maringá e Francisco alves, nas regiões norte e noroeste do estado. Além do tucano, outras 11 pessoas e seis empresas também foram acusados, entre elas o ex-chefe de gabinete de Richa, Deonilson Roldo, e Pepe Richa, irmão do ex-governador e ex-secretário de Infraestrutura e Logística.
As informações são do site Bem Paraná.
A ação civil pública foi proposta nesta quinta-feira (26/09) e também pede o bloqueio liminar de bens dos acusados. Beto Richa foi alvo do maior pedido, no valor de R$ 27,3 milhões. A defesa do tucano, porém, afirma desconhecer o fato denunciado e irá se manifestar nos autos do processo.
A ação proposta pelo MPPR tem relação com as investigações da Operação Piloto, da força-tarefa da Lava Jato. As provas obtidas pelo Ministério Público Federal (MPF) foram compartilhadas com o MP paranaense, que acredita que a licitação para duplicação da PR-323 – um contrato de mais de R$ 7 bilhões – tenha sido fraudado. A intensão seria favorecer o consórcio liderado pela Odebrecht, mas a obra acabou não saindo do papel.
A foto deste post é do arquivo da Agência Brasil.


