O evento foi realizado no Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, no Centro Cívico.
Além de cumprimentar o ministro Sérgio Moro e equipe pela iniciativa de combate ao crime organizado no país, o presidente também fez um breve comentário sobre o decreto que facilitou o porte de armas.
“Eu tive a honra essa semana de assinar um decreto mais amplo, no limite da lei”, declarou o presidente. Não como uma política de segurança pública, mas como direito individual do cidadão à legítima defesa. Afinal de contas, nós temos que respeitar a vontade popular. Em plebiscito o povo decidiu: sim. Pelo direito à compra, posse, e em alguns casos, porte de arma de fogo. Senti-me feliz com esse ato”, declarou o presidente.
Ele também disse que não vai ceder e que não recua “diante daqueles que sempre se dizem especialistas em segurança”.
Bolsonaro argumentou que pretende combater a violência com a polícia de inteligência e também, se for preciso, conceder aos nossos homens e mulheres de segurança a devida retaguarda jurídica.
“Precisamos do Parlamento brasileiro. Esperamos conseguir dar-lhe o excludente de ilicitude na defesa da vida própria e terceiros, ou de patrimônio próprio e de terceiros. Só dessa maneira, eu entendo, sei que não atinjo a maioria, mas talvez o suficiente para fazer valer essa máxima: a vida do cidadão de bem não tem preço. Àqueles que estão à margem da lei, paciência”, destacou.
Protestos

Em frente ao Palácio, manifestantes, a favor e contra o presidente, se concentram com faixas e cartazes.
Os que são contra, a maioria estudantes, reivindicam o corte de verbas na educação, anunciado pelo governo federal. Também há protestos contra a reforma da previdência e o decreto que facilitou o porte de armas.
Segundo a Polícia Militar (PM), até a última atualização da reportagem , havia 150 manifestantes a favor de Bolsonaro e mil contra. Os organizadores falam em mais de dois mil manifestantes.
As informações são do portal da Rede Globo, o G1.


