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A informação é da colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.
Segundo ela, a sobrevivência da tropa especial de investigadores estará então nas mãos da procuradora-geral Raquel Dodge. É ela que tem o poder de renovar o prazo.
A jornalista informa ainda que as apostas de procuradores de Curitiba e de Brasília são que ela manterá a força-tarefa —mesmo depois do vazamento de mensagens em que Dallagnol fala mal dela e incentiva a divulgação de informações que poderiam desgastá-la.
A foto é do arquivo da Agência Brasil.


