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Bolsonaro vislumbra aumentar o pedágio de vias federais. Régis Bittencourt e BR-116 (PR/SC) estão inseridas no contexto

A vontade é readequar contratos herdados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Assim, o Ministério de Infraestrutura quer permitir um aumento médio de até 25% dos pedágios para sete rodovias no Sudeste e no Sul, informa reportagem do jornal impresso da Folha de São Paulo.

A matéria dá conta que, na Régis Bittencourt, que liga a capital paulista ao Sul e é uma das rodovias com maior tráfego de carga do país, a exigência de investimento é de pelo menos R$ 1,1 bilhão.

A tarifa nessa estrada poderia passar, ainda na avaliação de técnicos, dos atuais R$ 3,20 para R$ 4 (25%).

Existem rodovias, como a BR-116 (PR/SC), da Autopista Planalto Sul, que precisam realizar R$ 383 milhões em investimentos, mas o pedágio nessa via já é elevado (R$ 6,50), deixando pouca margem para correções. Com uma tarifa de R$ 7, a BR-393 (Rodovia do Aço), administrada pela K-Infra, também tem pouco espaço de manobra.

Veja o quadro feito pela Gazeta do Povo.

BR-376 Autopista Litoral Sul (que liga ao litoral de Santa Catarina)

Praça de São José dos Pinhais: R$ 2,70

BR-116 Autopista Régis Bittencourt (que liga o Paraná a São Paulo)

Praça de Campina Grande do Sul: R$ 3,20

BR-116 Autopista Planalto Sul (que liga o Paraná ao interior de Santa Catarina)

Praça de Fazenda Rio Grande: R$ 6,50

Praça de Rio Negro: R$ 6,50

A foto deste post é da Divulgação da Arteris
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