Vai ser greve geral. As principais e maiores centrais sindicais trabalham no sentido de organizar a primeira reunião depois da eleição do capitão. A chamada geral é para uma greve. Segundo a editora da coluna Painel da Folha de São Paulo, Daniela Lima, a Força Sindical, através do seu presidente, defende a articulação de uma grande paralisação, a ser iniciada assim que o governo apresentar sua proposta da Reforma da Previdência, que será no inicio de fevereiro.
O presidente Miguel Torres questiona a distinção que vem sendo aventada aos militares, ou seja, os integrantes das Forças Armadas continuarão “se aposentando mais cedo e com salários mais altos”.
Miguel Torres falou ainda que “por enquanto está claro que será uma reforma para manter privilégios e prejudicar os mais pobres. Não tem condições de o trabalhador pagar o pato de novo”.


