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Foi o que disse a nova presidente eleita para comandar o TST (Tribunal Superior do Trabalho), a ministra Maria Cristina Peduzzi.
Segundo ela, é importante para “materializar a igualdade formal prevista na lei”.
Escolhida por seus pares —22 homens e 4 mulheres—, assumirá o posto em 19 de fevereiro de 2020, para um mandato de dois anos.
Ela afirmou à reportagem da Folha de São Paulo que os movimentos feministas foram importantes para romper barreiras, reconhece a existência de assédio, mas diz que não foi vítima de machismo.
Segundo ela, o mundo do trabalho mudou. “No mundo todo o comércio abre aos domingos. Vamos acabar qualquer dia desses não distinguindo mais segunda de domingo”.


