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Bastidores políticos dão conta que Paulo Guedes vem sendo chamado de “sabonete, liso”. É que ele tem posado de “certinho”, mas está na hora de dar explicações. A Lava Jato pode ter “esquecido” de algo que aponta o ministro

A Lava Jato descobriu que uma empresa do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, fez pagamento a um escritório de fachada, suspeito de lavar dinheiro para esquema de distribuição de propinas a agentes públicos no governo do Paraná, informa reportagem assinada pelo jornalista Fábio Fabrini.

Segundo a matéria que é veiculada no jornal Folha de São Paulo, a força-tarefa da operação em Curitiba apresentou denúncia sobre o caso em abril de 2018 e não incluiu no rol de acusados Guedes ou outros representantes de sua empresa. Na época, o agora ministro integrava a pré-campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República.

O repasse de R$ 560,8 mil foi feito em 2007 pela GPG Consultoria —da qual Guedes foi sócio-administrador entre novembro de 2005 e outubro do ano passado— à Power Marketing Assessoria e Planejamento, operada por um assessor do ex-governador Beto Richa (PSDB-PR).

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