O caso foi registrado na zona rural de Coronel Domingos Soares, no sudoeste do Paraná. Os homens trabalhavam na extração de madeira para a fabricação de compensados, informa o jornalista Angelo Sfair.
Segundo ele, que assina a matéria veiculada pelo ParanáPortal, de acordo com a força-tarefa liderada pelo Ministério da Economia, no mesmo dia o empregador assinou as carteiras de trabalho e pagou o equivalente à rescisão contratual. Ele terão direito, por exemplo, a três meses de seguro-desemprego.
A reportagem do ParanáPortal dá conta que, conforme o MPT no Paraná, os trabalhadores foram retirados do local em razão da precariedade do alojamento. Ele dormiam em um local improvisado, sem água potável. Além disso, os sanitários e chuveiros não reuniam condições mínimas de saúde. Assim, os trabalhadores em condições análogas à escravidão eram obrigados a fazer suas necessidades fisiológicas em campo aberto.


