Antes de qualquer coisa, OgazeteirO não está torcendo contra o país. Tudo é uma questão de informação. E mais, quem cometeu algum crime que pague, quem quer que seja.
Pelo sim, pelo não. O lance das últimas horas é que o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro empregou, até novembro do ano passado, em seu gabinete, a mãe e a mulher de um policial suspeito de comandar milícias.
Segundo reportagem veiculada na Folha de São Paulo, o ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, 42, está foragido e é um dos 13 alvos de uma operação deflagrada nesta terça-feira (22/01) pelo Ministério Público para prender suspeitos de chefiar milícias que atuam nas comunidades como de Rio das Pedras e Muzema, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.
A matéria, assinada pelos jornalistas Italo Nogueira, Júlia Barbon e Ana Luiz Albuquerque, dá conta ainda que a mãe do PM, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher dele, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, deixaram o gabinete de Flávio no mesmo dia, em 13 de novembro. Elas ocupavam um mesmo cargo e ganhavam R$ 6.490,35 mensais cada.


