O governador recebeu o ministro no Palácio Iguaçu, logo após ele receber o título de cidadão honorário do Paraná na Assembleia Legislativa.
Para Ratinho Junior, somente com a utilização de tecnologia é que o agronegócio do Paraná conseguirá mudar de patamar na produção de alimentos, ganhando em qualidade ofertada e ampliando as exportações.
A falação de Ratinho Junior:
“Precisamos avançar no agritech, ter mais precisão para, por exemplo, usar menos agrotóxico e se tornar cada mais sustentável”, afirmou. “E isso só será possível com o aval e respaldo científico do ministério, melhorando todo o arranjo produtivo”.
“O Paraná, que é um dos maiores produtores de alimento do mundo, tem que ser o líder desse processo de inovação no agronegócio”.
Uma das possibilidades é começar o projeto por Londrina, no Norte do Paraná, aproveitando o ecossistema de inovação já implantado na região, que conta com mais de 400 startups.
A iniciativa de criação do polo engloba uma grande parceria, envolvendo Celepar, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Agência Paraná de Desenvolvimento, Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento, as universidades estaduais e parcerias com a prefeitura e entidades da sociedade.
Marcos Pontes destacou que o ministério também aposta no Paraná como celeiro de ideias inovadoras, distribuindo tecnologia para as diversas regiões do País.
A falação do ministro:
“Desenvolvemos a tecnologia aqui e depois espalhamos pelo Brasil. Assim conseguiremos resultados excelentes para o Estado e para o País”


