Começou entornar o caldo do homem mais cinzento do Brasil, Ricardo Salles. A Justiça paulista determinou a quebra do sigilo fiscal e bancário do ministro do Meio Ambiente, alvo de uma investigação por suposto enriquecimento ilícito

A decisão é da 10.ª Câmara de Direito Público.

A investigação apura como o patrimônio de Salles saltou de R$ 1,4 milhão para R$ 8,8 milhões entre 2012 e 2018 e é conduzida pelo promotor Ricardo Manoel Castro. Ela teve início em julho a partir de representação feita por uma empresa chamada Sppatrim Administração e Participações, que levantou suspeita sobre a evolução patrimonial de Salles com base nas declarações de bens que ele mesmo prestou à Justiça Eleitoral.

Salles nega irregularidades em suas contas.

A falação do ministro:

“Todos os meus rendimentos e bens foram declarados por mim mesmo”, disse o ministro à reportagem. “Não tenho nenhum receio acerca da análise dos dados.”

Defesa

Em nota, o Ministério do Meio Ambiente afirmou: “Todos os rendimentos e bens do Ministro foram declarados, não havendo nenhum receio acerca da análise de seus dados”.

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