Canadá, França, Alemanha, Finlândia… Diversos países se manifestaram de maneira contundente sobre incêndios na Amazônia. Alguns chegaram a defender boicotes a produtos agrícolas brasileiros e a derrubada do acordo comercial firmado entre o Mercosul e a União Europeia (UE).
Para o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, a “comunicação falha” do governo serviu de combustível para que países concorrentes do Brasil no setor agrícola utilizassem as queimadas para atacar as exportações brasileiras.
Inicialmente, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, minimizou os incêndios dizendo que eram consequência do período de seca. Depois, o presidente Jair Bolsonaro sugeriu que organizações internacionais estariam por trás do aumento das queimadas, atuando em retaliação à redução de verbas repassadas pelo governo.


