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Davi Alcolumbre, o diferente, mas igual. Ocultou da Justiça Eleitoral a posse de imóveis, durante quase toda a sua carreira política

A carreira política do moço começou no final dos anos 1990, em Macapá.

Segundo levantamento de escrituras e registros no único cartório de imóveis e nos três cartórios de notas da capital do Amapá, percebe-se um cenário bem diverso do que o político, por obrigação legal, tornou público a cada eleição.

A lei, que é igual para todos, estabelece no artigo 350 do Código Eleitoral, que é crime “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”. A pena é de até cinco anos de prisão e multa.

O assunto é capa da Folha de São Paulo, em reportagem dos profissionais Camila Matosso e Ranier Bragon.

A foto deste post é uma montagem da capa da Folha.

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