As informações são das gazeteiras Daiane Costa e Geralda Doca, do jornal O Globo.
Segundo elas, no ano passado, a folha de pagamento do primeiro grupo foi de R$ 43 bilhões, enquanto o segundo consumiu R$ 38 bilhões, totalizando R$ 81 bilhões, mostra estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Para tentar controlar o impacto dessa despesa nas contas dos governos estaduais, PMs e bombeiros serão incluídos no projeto de reforma da Previdência das Forças Armadas. No fim de agosto, o secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que apoio do governo à inclusão de PMS e bombeiros dos estados no projeto que trata da reforma da Previdência das Forças Armadas dependia do aval dos governadores.
Quanto ao Paraná, a reportagem dá conta que:



