A decisão foi tomada nesta segunda-feira (27/05) fazendo com que ele permaneça na condução da ação penal derivada da Operação Rádio Patrulha, e na qual o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) figura entre os réus. No último dia 16, a defesa do tucano havia pedido no processo – através de um instrumento chamado “exceção de suspeição” – para Fischer se declarar impedido para continuar atuando no caso.
As informações foram veiculadas na GAZETONA.
“A alegação de suspeição em face deste magistrado não prospera por falta de suporte fático e legal, mostrando-se apenas uma estratégia da defesa do réu Carlos Alberto Richa para protelar o feito e respaldar eventual arguição de nulidade. Não há nenhuma conduta deste magistrado que demostre algum viés político, sendo que a irresignação da defesa com o teor de decisões judiciais não é apta a fundamentar exceção de suspeição”, concluiu Fischer.
A foto é do arquivo da Agência Brasil.


