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O operador financeiro Adir Assad afirma que lavou milhões de reais para o Grupo Silvio Santos por meio de contratos fraudados de patrocínio esportivo.
As afirmações estão em anexos de seu acordo de colaboração premiada firmado com integrantes da Operação Lava Jato.
Depoimentos do operador foram compartilhados entre procuradores do Ministério Público Federal no aplicativo Telegram. O conteúdo dessas conversas, obtido pelo The Intercept Brasil, foi analisado pela Folha e pelo site.
A reportagem está sendo veiculada no site da Folha de São Paulo.
A matéria é assinada pelos jornalistas Felipe Bächtold e Wálter Nunes, da Folha, e Bruna de Lara, do The Intercept Brasil.
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