A reunião do conselho de Furnas terminou nesta quarta-feira (30/01) em bate-boca generalizado por conta de apadrinhados, informa o jornalista Lauro Jardim.
Segundo nota que ele veicula em seu blog, que é publicado no site do jornal O Globo, foi quente, muito quente, a recém-terminada reunião do conselho de administração de Furnas. A fogueira foi acesa por uma discussão entre Wilson Ferreira e Ricardo Medeiros, respectivamente presidente do conselho e da Eletrobras; e de Furnas.
Ferreira mandou que os 19 assessores externos da presidência e da diretoria fossem demitidos. Trata-se de uma turma que ganha um salário mensal de cerca de R$ 40 mil, e são indicados por políticos.
Medeiros, o presidente de Furnas, não por acaso apadrinhado pela bancada mineira do MDB, negou-se a cumprir o que determinou Ferreira. Justificou a recusa por serem políticas as indicações dos tais assessores.
Ferreira reagiu. Disse que estava respaldado pelo governo. Medeiros não recuou. Avisou que teria que falar com os políticos responsáveis pelas indicações. Um grupo que vai de Romário a Leonardo Quintão.
Lá pelas tantas do fogo cruzado, Ferreira lamentou (com razão, aliás) que esse aparelhamento é que afunda Furnas — e que só a privatização salvaria a empresa.
A foto do post é ilustrativa.



Uma resposta
Sou a Eduarda Ferreira, gostei muito do seu artigo tem
muito conteúdo de valor, parabéns nota 10.