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Ministério Público de Contas no TCU vai pedir à corte que obrigue a Secom da Presidência da República a distribuir as verbas de publicidade do governo federal com base em critérios técnicos

Segundo reportagem dos jornalistas Fábio Fabrini e Julio Wiziack, uma representação será apresentada na próxima sexta (17) pelo procurador Lucas Rocha Furtado, quando o TCU volta do recesso de fim de ano.

O procurador tomou tal medida por conta de uma reportagem que foi publicada na Folha de São Paulo, que dá conta que o chefe da Secom, Fábio Wajngarten, recebe, por meio de uma empresa da qual é dono, dinheiro de emissoras de TV e agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do Executivo.

É coisa do governo Bolsonaro.

A matéria do jornal mostra que TVs que contratam a empresa de Wajngarten, como Band e Record, tiveram, na gestão dele, aumento de participação nos recursos de publicidade.

A Folha de São Paulo informa também que o procurador no Tribunal de Contas da União disse que cabe à PF e ao MPF avaliar eventual conduta irregular do secretário nos âmbitos penal e civil.

VEJA A REPORTAGEM COMPLETA DA FOLHA.

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