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A informação é a principal chamada da Folha de São Paulo, em sua edição impressa.
Segundo o jornalista Ivan Martinez Vargas, a prática de esterilização garante o ingresso, a permanência ou a ascensão nos quadros da igreja. As alegações e os relatos dos religiosos são similares. Eles apontam a esterilização como uma espécie de política de recursos humanos. Sem filhos, os ex-pastores dizem que teriam mais disponibilidade para mudar de cidade a mando da igreja, uma vez que a instituição custeia a família dos religiosos.
A Universal nega.



